"Praise the Lord! Batman and Robin!"
sábado, 7 de novembro de 2009
Supercômicos
"Praise the Lord! Batman and Robin!"
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Nota Rápida
Começou ontem e vai até o dia 29/11, no CCBB do Rio, a mostra A Elegância de Woody Allen. A minha dica pra este primeiro final de semana da mostra é o Casino Royale de 1967, uma paródia dos filmes de James Bond com elenco estelar: David Niven como o James Bond original (parte da trama envolve uma série de falsos agentes 007, para driblar uma tentativa de assassinato); Orson Welles como o vilão Le Chiffre; Petter Sellers como o especialista em baccará Evelyn Tremble (um dos falsos 007); Woody Allen como Jimmy Bond, sobrinho de James; Ursula Andress (a primeira bondgirl!), Deborah Kerr, Jacqueline Bisset; além de pontas de William Holden, Peter O'Toole, Jean-Paul Belmondo... O filme passa neste domingo, dia 08, às 15h, no Cinema 2 do CCBB. É perfeito pra quem gosta de comédias insanas :-)
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P.S.: Segue o trailler, só pra vocês terem uma ideia do que se trata (vale conferir a música tema, também):
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Vivo em Johannesburgo
Fui ver Distrito 9, do estreante Neil Blomkamp, no sábado passado, depois de ouvir críticas promissoras. Vale cada centavo: fazia tempo que eu não me envolvia tanto com uma história! Além do clima de documentário e da ação, o protagonista Wikus van der Merwe é um dos personagens mais bem-escritos (e interpretados) que vi no cinema nos últimos tempos. Você ri dele, sente pena, tem vontade de dar uns tabefes... Ele começa como um cara meio panaca e cresce aos poucos, fazendo muita bobagem no caminho. Wikus é o primeiro papel de Sharlto Copley, que é excelente. Tomara que ele e o diretor continuem fazendo filmes...
A premissa de Distrito 9 (alienígenas vão parar em Johannesburgo, capital da África do Sul, e acabam virando um problema social) já estava no curta Alive in Joburg, do mesmo diretor - e com uma pequena participação do Sharlto Copley. Detalhe: segundo a Wikipédia, todos os depoimentos que não mencionam explicitamente os alienígenas foram tirados de entrevistas reais com sul-africanos, dando suas opiniões sobre refugiados do Zimbábue.
domingo, 18 de outubro de 2009
Placebo e Música
A New Scientist publicou uma matéria bem detalhada com as descobertas recentes sobre o funcionamento do efeito placebo, vale a pena conferir.
E, pra não perder o hábito, um vídeo musical. Com vocês, o coral esloveno Perpetuum Jazzile cantando "Mas Que Nada", de Jorge Ben.
Na Rede (3)
A Volkswagen lançou o projeto The Fun Theory (A Teoria da Diversão) para mostrar que o jeito mais fácil de provocar mudanças comportamentais positivas é pelo entretenimento. Eles já divulgaram três vídeos (também disponíveis num canal do YouTube) que colocam a teoria em prática: uma escada transformada em piano para estimular as pessoas a deixar a escada-rolante de lado, um coletor de garrafas de vidro para reciclagem que também é um jogo, e o meu favorito (abaixo): a lata de lixo mais funda do mundo :-). Quem tiver boas ideias pode se candidatar ao Fun Theory Award - só me pergunto se eles aceitariam ideias que estimulem as pessoas a trocarem seus carros pelo transporte coletivo... (Dica da Márcia)
Esta semana, pesquisadores alemães começaram a desvendar um dos mistérios ainda não explicados pela ciência: o efeito placebo. Eles reuniram quinze voluntários saudáveis e anunciaram que aplicariam um creme anestésico em uma de suas mãos e um creme comum na outra. Alguns, porém, só receberam o creme comum. Após a aplicação dos cremes, os voluntários tiveram as mãos espetadas com agulhas. Não só os voluntários que acreditavam ter suas mãos anestesiadas (apesar de só terem recebido o creme comum) tiveram uma redução de 25% na dor, eles também apresentaram redução na atividade do trecho da medula espinhal responsável pelo envio de sinais de dor ao cérebro. Os cientistas sugerem que isto acontece porque, quando os pacientes esperam que um tratamento seja efetivo, a área do cérebro responsável pelo controle da dor é ativada, liberando endorfinas. Estas endorfinas, por sua vez, "instruem" a medula espinhal a suprimir os sinais de dor, fazendo com que os pacientes se sintam bem independente de qualquer efeito direto do tratamento. Não é fascinante? (via Veja e Times Online)
